POEMAS  E  ESCRITOS

dos  nossos  leitores

 

Nesta Secção poderá ler “escritos” em prosa, que se encontram a seguir aos poemas.

Basta seleccionar (clicar) em II - Escritos

 

         I – POEMAS:

 

         II – ESCRITOS:

 

I  -  P O E M A S

 

Quando o Natal acontece ...

Tocam os sinos  ao longe,

no campanário da Igreja.

 

Anunciam o nascimento,

do Deus-Menino,  Redentor,

que há dois milénios nasceu

para nos dar o Seu Santo Amor.

 

Com Ele aprendemos,

que somos UM, com o Criador ....

e que vale a pena vivermos,

sem pecados, medos ou dor.

 

Nascemos para a Felicidade,

que se alcança na Eternidade,

para a qual caminhamos,

como melhor entendemos.

Façamo-lo com muita Alegria,

com Fé e perseverança,

certos:  de quem quer ...

... Tudo alcança ...!

 

É  com o poder do nosso querer

e da divina ajuda:

de Jesus, José e Maria,

que serenos,  alcançamos

vitórias, no dia-a-dia !!!.

 

 

Natal de 2003 

Manuel Maria Cordovil

 

 

 

 

 

BOAS  FESTAS

 

 

 

 

 

 

NATAL  DE  2003

 

 

 

 

 

 

Natal  de  2003 ...

 

Este Natal, vai ser diferente !

.................................................

Para mim ..., mais sorridente !!!,

pelas Graças recebidas,

e por me sentir finalmente,

dum pesado fardo, liberto,

que há muito carregava

e me tornava limitado ...,

e com um futuro incerto.

 

A quantos me ajudaram,

e comigo se preocuparam,

dispensando sua atenção,

reconhecidamente agradeço

do fundo do coração.

E a quem tenha magoado,

contrito, lhe peço perdão.

 

E para si ...?

-  como vai ser ???

Espero, querido “irmão”,

que se sinta Feliz ...,

e muito amado ...,

nesta Quadra tão bela,

em que, em fraterna união,

celebramos a Natividade

do Cristo Redentor,

que nos veio Libertar

com o seu Santo Amor

e conduzir-nos à Felicidade,

da eterna Unicidade

em perfeita “comunhão”.

 

Natal de 2003 

Manuel Maria Cordovil

 

 

 

 

  L u a n d a

 

Luanda !, se agora não te reconheço

na minha velhice, em tua mocidade,

é porque sou eu, que me desconheço,

porque me perdi no tempo e na idade.

 

Ainda encontro, em minha própria saudade,

recordações, de que jamais esqueço !,

daquele pôr do sol, com que me aqueço !,

como o vimos na nossa mocidade.

 

Luanda !, onde, há muito tempo !, um tempo vivi,

mesmo quando, por esse mundo fora,

de ti me afastei e de ti me perdi,

 

a tua terra vermelha existe e mora

dentro da minha alma, e, dentro de ti,

quero jazer, quando me for embora ....

 

Luanda, 06 de Outubro de 2003

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

 

BENDITA  ENTRE  AS  MULHERES ...,

ÉS  TAMBÉM  TU,

MINHA  MÃE !!!

 

Ser Mãe é uma Graça

que a Graça Divina concede !

..........................................

Quem almeja tal Graça,

e um outro Ser concebe,

é duplamente abençoada

e por sua prole muito amada !!!

 

A ti, Mãe, agradeço:

- a tua disponibilidade,

- as dores porque passaste

- e os desvelos que sempre tiveste,

para que eu na Vida vingasse

e o testemunho de Deus passasse,

a quem dele por vezes carece.

 

Bendita sejas ...  Mulher ...,

que me trouxeste à “luz do dia” ...;

és para mim ..., hoje e sempre,

o que para Jesus ..., foi Maria !!!

 

Dia da Mãe 2003

 

Em nome de muitos filhos,

para as suas veneráveis Mães.

 

M. M. Cordovil

 

 

 

 

 

 

 

POEMAS  DE  NATAL

 

 

Um singular

Presente de Natal

 

Neste Natal:

Vou dar um presente

ao meu maior amigo.

- Vou dizer-lhe quanto o estimo,

que É único, singular,

e que tudo pode …,

porque tudo tem,

se estiver atento à Vida

e a si também,

e souber partilhar

tudo o que de seu tem !;

- Vou dizer-lhe ainda que:

É filho de Deus, nosso bom Pai,

feito à Sua imagem e semelhança,

por isso,

só pode ser perfeito, divino !!!,

basta disso ter consciência

e abrir-se às dádivas infinitas,

sempre disponíveis ….,

insondáveis !!!

 

 

Neste  Natal  Estou  Feliz

Neste Natal:

Sinto-me Feliz !!!,

Porque descobri, finalmente,

que o meu maior amigo,

a quem dou este presente,

sou Eu próprio,

- mas não somente !!!,

és Tu, e Tu,

Ele e Ela,

o próximo, e o distante !!!,

porque somos parte do Todo

- que É constante,

infinito, eterno …,

comunicante !

e sempre presente !!!

Por isso, sou mais do que confiante;

estou certo da certeza de quem sou,

porque nasci, e para onde vou !!!

 

 

O Presente de Natal

que dando ganhei

 

Neste Natal:

 

Este Natal já ganhei

o presente que eu mesmo dei

ao meu maior amigo !!!

E com isso compreendi:

- que recebemos

na medida em que damos:

de mau … ou de bom,

de negativo … ou de positivo

e seus frutos colheremos

e com eles aprenderemos

que afinal somos,

na nossa eterna Essência,

a Alma que nos anima

e nos ensina

enquanto humanizados estamos.

 

 

O Meu Melhor

Presente de Natal

 

Este Natal já recebi

O meu  melhor presente,

ao dizer a mim próprio,

- que sou único …, singular …

e que tudo posso,

porque só quero o melhor,

para mim, para ti

e para ele, que também é parte

da mesma parte que Eu e Tu somos,

porque afinal Todos temos

a mesma Origem,

e Dele somos grata imagem !!!,

não uma simples miragem

que se desvanece ao deixar

esta finita existência:

física, limitada, fugaz …,

mas sim eterna, infinita …,

que se eleva e tudo faz

quando enfim remembra

as suas divinas Qualidades,

e padece … e se retrai …,

quando as esquece e cai,

para logo voltar a escolher

a divindade que é o seu Ser !!!

 

           Natal 2002     M. M. Cordovil

 

 

 Natal dos pequeninos …,

dos Pais e dos Avôzinhos,

que recebem e dão presentes;

e daqueles pobrezinhos

que não recebem de ninguém,

e dos que têm os seus ausentes,

porque estão “pobres” também.

É para estes,

solitários e ou esquecidos,

de quantos não se lembram deles,

que eu quero desejar:

- a alegria duma ceia;

o conforto de um lar ...

e o abraço solidário

de quem o quiser dar;

- que vejam no Deus Menino,

a Esperança dum provir

e possam por isso sorrir,

apesar da sua pobreza,

transformada em “riqueza”

quando se elevarem ao Divino.

 

Para Todos vão meus Pensamentos:

de Paz, Amor e alento

e, irmanado nesse sentir,

vou em fim poder dormir

e esperar um novo Dia

em que todos possam sorrir

de Felicidade e Bons Sentimentos.

 

M. M. Cordovil

 

 

 

 

Hino da “A.I.A.A.”

Amigos de Angola !

- Unidos, conseguiremos

A PAZ: na savana,

na floresta, e na mulola !,

E juntos faremos

Uma Nova N’GOLA !

 

Dos mais Velhos escutaremos

Seus sábios conselhos,

E com eles apreenderemos

Os valiosos “Segredos”,

Zelosamente guardados,

Qu’ em hora certa saberemos

Como desfrutá-los, sem medos,

Mas com os devidos cuidados.

 

Somos Livres e abertos,

P’ra em conjunto trabalharmos.

Estaremos sempre despertos,

P’rá suprameta alcançarmos.

 

 

Velhos sapientes;

Meninos - ESSÊNCIA;

Homens competentes;

Mulheres dedicadas,

- Por todos muito amadas !

Semeando Amor,

Concebendo talentos:

- sem importar sua cor,

origem, ou ressentimentos !!!

 

Amigos de Angola !

- Unidos, conseguiremos

A PAZ: na savana,

na floresta e na mulola !,

E juntos faremos

Uma Nova N’GOLA !

 

Lisboa, 06 de Julho de 2001-07-03

Manuel Maria C. Potes Cordovil

 

 

 

A Felicidade está em cada um

E manifesta-se sempre que nos abrimos à Vida

E nela reconhecemos o Criador,

E a nós próprios,

Como parte integrante da Divina Criação.

 

M.M.C.

 

 

    Eterna é a Vida

do Espirito  “errante”,

que encarnado se liga

a outro seu semelhante,

- com Amor e empatia -

para outros Seres gerarem,

plenos de “luz irradiante”,

e assim, a Vida perpetuarem !!!

 

M.M.C.

 

 

 


 

 

 

 

                             ANGOLA

                  SAUDADE  E  NOSTALGIA

 

Falem por ti ...

 

I

As tuas chamas imensas

As tuas lianas atrevidas

em trepadeira entrelaçadas

emaranhadas

nas tuas selvas densas

perdidas

 

III

Os teus rios

majestosos e caudalosos

de águas farta

sombrios

na penumbra verdejante

da tua mata

 

V

O teu Embondeiro

de grande porte e grandeza

em Torre de menagem

de grande fortaleza

erguida

com séculos de existência

escondida

 

 

 

 

 

VII

As tuas cascatas

Ruacaná e Calandula

cheias de pujança

que as trago sempre na lembrança

em queda livre deslumbrantes

As tuas estrelas brilhantes

no teu firmamento a cintilar

os teus diamantes

o Mundo cobiçar

 

IX

O Ribombo do teu trovão

o teu relâmpago em zig-zag

fulgente

cheio de fulgor:

e esplendor

com o seu clarão

qual cauda de cometa

ou estrela cadente

de beleza sem igual

aos olhos de quem te ama

afinal

em espectáculo de Luz

resplandecente

 

XI

As tuas queimadas

na noite escura iluminadas

ao longe a arder

por muitos dos teus pintores

a óleo e tela retardadas

bonitas de se ver

 

 

 

 

 

XIII

O Rugido do teu Leão

Tremendo

Nas tuas anharas enfurecido

O veneno da tua cobra surucucu

Mortal e horrendo

O teu povo nunca esquecido

 

 

 

 

 

 

XV

O chilreio aberto e liberto

dos teus passarinhos

ao entardecer

suspensos à beira dos seus ninhos

alimentando seus filhinhos

ao Sol esconder

 

XVII

Os teus animais bravios

Em fuga precipitada

Em frenética galopada

fugidos

 

 

 

XIX

A tua ventania

em louca correria

em redemoinhos violentos

e atrevidos

envolvida por ventos

enfurecidos

 

XXI

O teu sol pôr

ao entardecer

reflectido

em multicor

nas tuas baías de tamanho

encanto

orladas de coqueiros

e palmeiras

areias finas quentes

e soalheiras

anunciar o dia no teu horizonte

a despertar

 

 

 

 

 

 

 

PS:

Este Poema foi transcrito do exemplar gentilmente oferecido pelo Autor com dedicatória ao Vice Presidente da A.I.A.A. em 26 de Janeiro de 2001.

O Livro é ilustrado com belas fotografias da paisagem Angolana e ou condizentes com cada uma das partes.

A 1ª Edição é de Setembro de 2000.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II

Os teus vales e montes

a água cristalina e sussurrante

das tuas fontes

 

 

 

 

IV

As tuas Serras

Chela e Talamungongo

em cordilheira imponente

as tuas terras

a tua gente

 

 

VI

As tuas pedras

de Pungo-Andongo

a teu Norte

situadas

onde a Rainha Ginga

em guerras passadas

um dia

se aquartelou

em defesa de sua soberania

se digladiou

até à morte

 

VIII

A tua noite enlutada

clara e macia

da cor da prata

espelhada

parecendo dia

que à memória exalta

a nostalgia

e de saudade mata

 

 

X

A tua chuva p’lo vento

soprada

caída em deslumbramento

e fertilizada

levanta a suave brisa a distância

que recorda a minha infância

o cheiro fresco e aromático

da tua terra molhada

 

 

 

 

 

 

XII

As tuas batucadas

na tua mata

tocadas

cantadas

ao som do teu quissangue

da tua marimba

da tua puíta

do teu tambor

à luz e ao calor

da tua fogueira dançadas

 

XIV

A tua mulher rural

de negra cor

cheia de amor

graça e formosura

descalça caminhando

à cabeça a distância transportando

sua sanga

semi nua de tanga

vestida

enfeitada de búzio e miçanga

garrida

 

XVI

As vozes matinais

dos teus pardais

 

 

 

 

 

XVIII

O canto da rola e da perdiz

à tardinha

o destino de um povo feliz

que na certeza da liberdade

e da Democracia

caminha

 

XX

A tua beleza

A tua imaginação

A tua riqueza

A tua tradição

 

 

 

XXII

Os teus filhos do teu seio

ausentes

em pranto

tristes e descontentes

por não poderem voltar

p’la guerra que te assola

e os teus direitos viola

Oh! Minha querida Angola

de ti hei-de sempre falar

amar, respeitar

e querer-te tanto

até que a minha voz de poeta

por ti em constante Canto

com a morte me calar

 

De Rui Caldeira de Victória Pereira

 

 

 

 

 

Quem desejar adquirir esta Obra, poderá solicitar a sua aquisição à A.I.A.A., através do nosso E-mail ou para a nossa Caixa Postal.

 

 

Lisboa, 25 de Abril de 2001

 

 

 

Uma Noite do Lubango

 

À sombra da nocheira

piava o noitibó.

Pela noite calada,

revivia meus sonhos

dispersos em fumaças

espessas de pó,

feitas de redemoinhos

de tufões medonhos.

Crepitavam as Estrelas

no sempre só

do Céu da Eternidade

e ouvia sinos de insectos

do silêncio pesado

e o pio do moitibó,

qual sentinela atenta

de sonhos despertos.

E a noite fria,

à sombra da nocheira frondosa,

era capa rota

arrastada de estudante

a perseguir um amor

e outro a cada instante.

No silêncio da noite,

lágrima teimosa

corria-me pela face

em tristeza e alegria,

e a noite,

já depois da noite,

assim morria ...

 
Tapada das Mercês, 20 de Agosto de 2002

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

 

BENGUELA

 

És terra de acácias

frondosas e floridas

com cânticos estridentes

da passarada

e das cigarras loucas,

mais enlouquecidas,

pelo braseiro

da canícula pesada.

 

Terra morena de estátuas

vivas e vividas

por seres de ébano,

que passeiam na parada

das ruas largas e longas,

de acácias vestidas,

indo, vindo e ouvindo ali

o orfeão da passarada.

 

Terra feita numa planície,

que é como é !,

porta aberta de quem vai

e volta do sertão,

para lá de Quilengues

e Caconda e Bié.

 

Nas tuas calemas,

próprias de mares revoltos,

há profundos gemidos

de amor e paixão,

quando os ventos uivantes

são livres e soltos ...

 

Tapada das Mercês, 23 de Agosto de 2002

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

 

 

 Um Retorno à África

       (em 1835)

 

Um grupo feliz

de africanos brasileiros

como isso foi possível ?,

comprou a liberdade

e fretou dos ingleses

um dos seus cargueiros,

rumando a África,

indo em romagem de saudade.

 

Desembarcou quase em Lagos,

entre aguaceiros;

na esperança daí

alcançarem perdidos lares

num paraíso existente

entre terras e mares,

contado em histórias

de contos verdadeiros.

 

Mas pântanos fétidos,

e gentes felinas !,

acharam os homens

vestidos de cartola,

mulheres de renda branca

de crinolinas,

de cabelos alisados

com ferro quente,

indo, depois, cantando

melopeias de Angola

praia fora até ao Reino

de Ajudá, sempre em frente.

 

Tapada das Mercês, 04 de Setembro de 2002

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

 

Moçâmedes

 

Moçâmedes!,  meu berço,

minha terra e terra

de peixes encarnados,

disse assim meu Pai

na MUSA FERIDA,

poesia que lá se vai,

em S. Tomé perdida,

entre uma “guerra” e outra “guerra” ...

 

Terra do Namibe,

lá onde a chuva não cai

nas areias escaldantes

e no mar, que encerra

em si próprio o Céu azulado,

e que vem e vai

na sua praia, onde correm

caranguejos de terra.

 

T erra do atum e do pungo

e de imensas pescas,

onde o mar em brasa

é espelho do Sol radiante,

que amorena mais

corpos fêmeas de donzelas

de Riquitas Baulete,

lembrando as gazelas

do deserto do Calahári,

de porte elegante,

quando rompe o dia

nas manhãs e tardes frescas.

 

Tapada das Mercês, 06 de Outubro de 2002

 

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

Nova Lisboa Huambo”

 

Nova Lisboa, Huambo,

que nasceu princesa e rainha

para ser capital

dum Império Africano,

fazendo até que Lisboa

ultrapassasse o Oceano

e fosse nascer em Angola,

terra abundante, Terra minha!

 

Fora uma resposta

a um ULTIMATUM, que tinha

por fim separar

a Terra Moçambicana,

(ao mar Indico virada,

apagando linha a linha

MAPA COR DE ROSA),

da fronteira angolana.

 

Cidade fértil

implantada no Sertão

do Planalto Central,

onde nasce o Kunene,

o manso Quanza,

o revolto Kubango

e o Kuito.

 

Cidade que vive

do milho e do feijão,

com cosmes silvestres

de perfume perene

entre uma árvore frondosa

e um esguio eucalipto

naquela imensidão.

 
Tapada das Mercês, 14 e Outubro de 2002

Carlos Caldeira de Victória-Pereira

 

 

 

 

         II – ESCRITOS:

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Qual a diferença entre esforço e empenho ?

 

Quando te “vendes” pela força do teu trabalho, esforças-te !

Quando pões Amor no que fazes, apenas te empenhas na forma de Amar !

 

Quando almejas qualquer tipo de proveito material, esforças-te o necessário para alcançá-lo !

Mas quando almejas a tua elevação Espiritual, apenas a conseguirás através do Amor e esse jamais exige esforço, apenas  empenho e devoção!

 

Por isso, quando ages com Amor empenhas-te sem esforço, doando-te alegremente e ganhando “forças” !

Mas quando ages por interesse egotista, se necessário esforças-te até à exaustão, sem Amor e cansando-te !

 

O esforço implica obrigação e o empenho devoção !!!

 

Agosto de 2002      M.M.C.

 

 

 

 

 

 

"... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.

Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros.

Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.

Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

 

 

Miguel Sousa Tavares...

(Escritor português, a propósito da perda de sua Mãe, a escritora e poetisa Sophia de Mello-Breyner)

 

 

 

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