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                                         ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL

                 AMIGOS DE ANGOLA

                                  A.I.A.A.

 

CARTA  ABERTA

 

Dirigida à atenção de:

 

- Organismo Canadiano de Assistência e Consultoria (S.A.C.O. – C.E.S.O.)

- Fundação EDUARDO  DOS  SANTOS  (Angola/Canadá) – F.E.S.A.

- PAULO  ALEXANDER’S  CADANADIAN  FOUNDATION

- AMIGOS  DE  ANGOLA

 

a ainda:

 

- ANGOLANOS

- DIÁSPORA ANGOLANA

- TODA  A  POPULAÇÃO  EM  GERAL

 

Senhoras e Senhores:

 

Poderá o INSTITUTO DO TCHIVINGUIRO (antiga Escola de Regentes e Práticos Agrícolas) situado no PLANALTO DA HUMPATA, Distrito da HUÍLA, República de Angola, converter-se num “CENTER” da “Paluo Alexander’s Canadian Foundation”, com sede em Toronto – CANADÁ, como BASE da constituição de um CENTRO ANGOLANO/AFRICANO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL E HISTÓRICA ?

 

A dita e tão discutível GLOBALIZAÇÃO MUNDIAL tende, pelo menos por enquanto, a definir QUEM PODE PRODUZIR O QUÊ, ONDE, COMO, QUANDO e QUANTO e também QUEM PODE CONSUMIR o QUÊ DENTRO DA GENEROSIDADE UNIVERSAL.

Os primeiros, vivem de forma superior e prestativa; os segundos, de forma inferior e restritiva; mas todos estão limitados perante os factores de desenvolvimento teórico estrutural por efeito dos seus próprios conhecimentos legítimos, embora os primeiros vêm sempre autorizar os segundos nas suas práticas.

Esse conhecimento legítimo, porque é próprio, carece portanto de ser legitimado perante o CONHECIMENTO RECONHECIDO pelo ENSINO, CULTURA e EDUCAÇÃO  PARTICULARIZADO  UNIVERSAIS.

 

Sabemos todos nós, por exemplo, que a SIDA é um FLAGELO SEM FRONTEIRAS, pois ataca da mesma maneira o indivíduo, seja quem for e onde quer que seja, quer este esteja em África, Europa, América, Ásia ou Oceânia.

Mas afinal o que é a SIDA e como se propaga ?

O que sabemos talvez não esteja certo nem mesmo correcto, porque os resultados dos tratamentos são rigorosamente negativos, embora haja a necessidade, por ÉTICA, de acreditar neles sem reservas.

 

No passado dia 21 de Julho do corrente ano, na abertura ESCRITÓRIO DE REPRESENTAÇÃO em Montreal – CANADÁ, da Fundação Eduardo dos Santos - “F.E.S.A.”, com sede em Luanda, República de Angola, visando criar oportunidades de PARCERIAS com TERCEIROS para implementação de Projectos de Desenvolvimento Sustentável Angolano, destaca-se a necessidade urgente de luta contra a SIDA em TERRITÓRIO ANGOLANO, podendo dizer-se que a SIDA é uma doença praticamente ENDÉMICA naquela REGIÃO, como em muitas outras de África.

 

A ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL AMIGOS DE ANGOLA – “AIAA” esteve representada nessa reunião de 21 de Julho através da “Paulo Alexander’s Canadian Foundation”, com sede em Toronto, representada pelos Senhores Eng. Reginaldo Humberto Nunes de Melo, Presidente do Conselho de Administração; Rui A. da Silva Vice-Presidente e Administrador Delegado desta Fundação e por José Alfico (Fucato) Coordenador para os assuntos de Angola.

Estiveram ainda presentes, além de outras Entidades, os Senhores BENOIT BISAILLON, Administrador de Assistência e Consultoria do Canadá “ S.A.C.O. – C.E.S.O.”; ISMAEL DIOGO, Presidente da Fundação Eduardo dos Santos “F.E.S.A.”; MARCEL TREMBAY, do Conselho Directivo (Canadiano) da “F.E.S.A.”; FREDERICO KUNTUALA da Coordenação Geral Angolana da “F.E.S.A.” (Canadá); e o Senhor Embaixador de Angola N’ZAU PUNA;

Todos os presentes admitiram que a SIDA tem de ser erradicada de NA-GOLA, pois é o INIMIGO NÚMERO UM da Saúde Pública Angolana.

 

Como dissemos atrás, a luta contra a SIDA, em todo o MUNDO, tem de sido inoperante, por má interpretação do que está na base desta DOENÇA, como procurou demonstrar CARLOS CALDEIRA DE VICTÓRIA-PEREIRA no seu Livro/Ensaio Científico “ADEUS, SIDA”.

Segundo o Autor, e um dos signatários desta Carta Aberta, que é um AUTODIDACTA nessa matéria, a SIDA não provém de um VÍRUS aparentemente identificado, por despiste dos glóbulos brancos CD4, mas sim do ALUMÍNIO.

 

De um texto de CHRISTOPHE LABBÉ e de OLÍVIA RECASENS, intitulado “ALUMÍNIO: OS PERIGOS OCULTOS”, publicado em SIENCE ET VIE, transcrevemos o seguinte, com a devida vénia:

“... O tristemente célebre caso de hemodiálise de Évora/Portugal, já deixou bem claro que o Alumínio mata, mas os estudos mais recentes parecem indicar que, mesmo em pequenas quantidades, este metal desempenha um papel importante no aparecimento e desenvolvimento de demências senis do tipo da doença de ALZAIMER. Uma ameaça tanto mais inquietante quanto o Alumínio está espalhado por todo o lado ...”

“... Depois da Epidemia de ENCEFALOPATIAS, que afectou insuficientes renais nos anos 70, ficou a saber-se que, em doses elevadas, o Alumínio é NEUROTÓXICO. Nas sessões de hemodiálise, que permitem purificar artificialmente o sangue para atenuar e ou substituir a DISFUNÇÃO RENAL, o Alumínio contido na água da Diálise passava directamente para o plasma sanguíneo a taxas 20 (vinte) vezes superiores à normal, ou seja, 200 microgramas por litro (mg/l). A este valor juntava-se o ALUMÍNIO contido num tratamento complementar destinado a combater o FÓSFORO no sangue. Tudo isto provocava, por acumulação no cérebro, ENCEFALIAS ALUMÍNICAS ...”

“... A exposição a fracas doses de ALUMÍNIO poderá induzir, a longo prazo, efeitos NEUROTÓXICOS ? Uma ameaça tanto mais inquietante quanto o ALUMÍNIO está por todo o lado. Constituinte da Crosta terrestre, encontramo-lo num certo número de alimentos, mas também nos utensílios de cozinha, nos aditivos alimentares, nos numerosos desodorizantes, ou ainda nos produtos de tratamento de água da torneira. Ora os estudos conduzidos em animais mostram que o ALUMÍNIO, ingerido em pequenas doses de forma continuada, conduzem a uma maior lentidão de performances cognitivas, etc., etc. ...”

 

A aparente EPILEPSIA verificada na doença da VACAS LOUCAS, não terá relação com as rações alumínicas com que são alimentadas?

 

O Autor do “ADEUS SIDA” define neste seu livro/ensaio científico o seguinte:

“... Na verdade, pelo que podemos constatar, as BACTÉRIAS, os VÍRUS PATOLÓGICOS, incluindo os FUNGOS PATOGÉNICOS, não são CAUSA de DOENÇAS, como admitem o cientista LOUIS PASTEUR e o médico ROBERT KOCK, mas sim o resultado de DOENÇAS com origem no ALUMÍNIO, (ALCALÓIDES); nos ALCALIS, mesmo os Terrosos; na exposição à RADIOLOGIA, à QUIMIOTERAPIA e aos RAIOS X,  outros elementos ATÓMICOS ou NUCLEARES ...”

“... As BACTÉRIAS, VÍRUS, FUNGOS são AGENTES OPORTUNISTAS que ficam activos cada vez que os Organismos ficam debilitados.”

 

É neste contexto que nasce a dúvida.

Estaremos nós outros a EXPORTAR PARA ANGOLA e para o MUNDO a própria SIDA, em aditivos de ALUMÍNIO, postos na FARINHA DE TRIGO por conveniências aparentemente científicas?, assim como noutros HIDRATOS DE CARBONO destinados a pessoas, animais e até plantas?

 

É por tudo o apresentado que procuramos que seja possível transformar o INSTITUTO DE THIVINGUIRO, como BASE de se constituir um “CENTER” (referente a “Paulo Alexander’s Canadian Foundation”) como forma de PESQUISAR e PROSPECTAR ELEMENTOS ALUMÍNICOS em produtos consumíveis e estabelecer um PROCESSO GENERALIZADO DE INSVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, a fim de se identificarem os CORREDORES ALUMÍNICOS em território angolano.

São também os CORREDORES ALUMÍNICOS que contribuem para a doença de HANSEN (Lepra), através dos peixes ali existentes, como a TUQUEIA (uma espécie de Bagre de águas doces paradas e mal sustentadas) etc., etc. .

 

Se assim entenderem as AUTORIDADES ANGOLANAS, o Tchivinguiro poderá tornar-se num CENTRO QUALIFICADO a nível mundial, com base na INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA REGIONAL, com estudo sobre SOLOS (mais ou menos freáticos), do que resulta também a análise temperamental e da saúde dos povos regionais, animais e plantas.

 

Sendo assim, a “AIAA” promete viabilizar as condições possíveis necessárias para que a FUNDAÇÃO EDUARDO DOS SANTOS – “F.E.S.A.” e a “PAULO ALEXANDER’S CANADIAN FOUNDATION” estabeleçam, em parceria, um Projecto de RECUPERAÇÃO IMOBILIÁRIA e LOGÍSTICA do INSTITUTO de THIVINGUIRO, de forma a que ANGOLA se situe nos primeiros lugares no contexto de INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA, que inclui ainda o sócio-culturismo regional e o próprio ambiente.

 

 

Lisboa, 09 de Agosto de 2003

 

 

P’ ASSOCIAÇÃO  INTERNACIONAL  AMIGOS  DE  ANGOLA:

 

 

 

Carlos Caldeira de Victória            Manuel Maria Caldeira de Potes Cordovil

Presidente                                                                           Vice-Presidente

 

 

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